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4º Passeata Contra Rodeio em Piracicaba

4º Passeata Contra Rodeio em Piracicaba

Você vai ficar fora dessa?

Fonte:

http://www.odeiorodeio.com/site/

Etica e o Veganismo

Etica e o veganismo

No site Sociedadevegana.org, encontrei um texto escrito por Sonia T. Felipe que é membro fundador da Sociedade, além de ser escritora e professora. O texto fala sobre a ética em conjunto com o veganismo, o reflexo das atitudes dessa filosofia, na pratica porque o veganismo faz a diferença e o porquê o homem tem dificuldade em reconstruir seus princípios éticos. Nos trechos abaixo, retirado do site Sociedade Vegana, estão expostos algum dos principais argumentos, e fundamentos desse segmento.

“Ética (do grego ethos, que significa modo de ser, caráter, comportamento) é o ramo da filosofia que busca estudar e indicar o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade. Diferencia-se da moral, pois enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano.”

“A decisão de tornar-se vegana ou vegano implica disponibilizar-se para enfrentar a própria formatação moral e os embates inevitáveis no âmbito da família, da escola, da atividade profissional e das demais práticas sociais, incluindo nelas o hábito de sair com amigos para comer fora, comprar presentes, organizar festas de final de ano, de aniversário, divertir-se e até mesmo escolher uma profissão.”

“Para qualquer ser vivo, a maior violência que se pode cometer é tirar-lhe a liberdade de mover-se para prover-se seguindo o modo que melhor se adequa ao alcance do bem que lhe é próprio. Por isso, a defesa dos direitos animais passa inevitavelmente pela libertação deles de todas as formas de privação da liberdade à qual estão condenados no sistema que os torna objetos de propriedade humana. Não são os veganos quem proíbem outros de usarem animais como se fossem coisas descartáveis. Quem o faz é o princípio ético que todo humano admite como válido quando seu interesse em não ser sequestrado, usado, explorado e assassinado está em jogo. Por submeter-se ao princípio ético, o movimento vegano admite que tal princípio prescreve certas ações, e proscreve outras.”

“A escravização de humanos foi abominada há quase dois séculos. Para fazer frente ao sistema das práticas institucionais que a fomentava, foi necessário um movimento político abolicionista. A violência da escravização de animais para fins humanos requer um movimento semelhante àquele, de envergadura incalculavelmente maior, pelo número de implicados nela. Semelhante, porque, nesse caso, as vítimas da apropriação não podem libertar-se, não podem juntar forças ou organizar-se para enfrentar a instituição da escravidão. Incalculavelmente maior, pois, no caso da abolição do uso de animais, estamos diante de algo espantosamente disseminado em todas as mentes humanas. O uso de animais não-humanos para atender interesses, necessidades e negócios humanos perpassa todos os âmbitos da produção e consumo de mercadorias e serviços.”

“Quando entendemos racionalmente o por quê de algo ser certo ou errado, queremos que os demais seres racionais imediatamente também o entendam. Mas, a construção da natureza ética nos humanos não se dá num passe de mágica. Mesmo quando temos clareza ética sobre uma série de questões morais, ainda assim relutamos em seguir aquilo que nossa razão nos dá por certo ou verdadeiro. A teia na qual nos enredamos, ao forjarmos o modo de vida antropocêntrico e hostil aos interesses de outros animais, coloca-os na condição de objetos de propriedade. Abrir mão da condição de proprietário e senhor requer força, coragem e desprendimento. Esse é o modo da libertação humana.”

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica

O texto na integra você encontra no link abaixo:

http://www.sociedadevegana.org/index.php?option=com_content&view=article&id=16:a-desanimalizacao-do-consumo-humano-desafios-da-etica-vegana&catid=10:geral

Meu namorado não é VEGAN.

Meu namorado não é VEGAN.

Longe daquilo que é normal na vida de um vegano, meu namorado come carne. Temos todas as diferenças, ele gosta de uma cerveja e prefiro suco de laranja, ele gosta de churrasco eu só como vegetais. No supermercado passamos todos os apertos possíveis, aonde vamos primeiro? Ver as carnes ou pegar o tofu?.

Ele resolveu me entender, e eu o amo assim como ele é. Daí você me pergunta: – mas você não é contra quem come carne? E eu te respondo: – sou contra sim, minhas escolhas se tornam contraditórias quando falo do meu namorado, mas nós aprendemos a conviver com as escolhas de cada um.  Ele já sabe quais as marcas que eu consumo, me ajuda a cozinhar, e eu compro sua cerveja preferida que de quebra é vegana, a Heineken. E existe um sentimento muito maior, por trás de nossas escolhas, o amor, eu o amo pela pessoa que ele é pra mim, e não porque ele come carne. Convidei-o para ir ate o abatedouro comigo e no mesmo momento ele aceitou esse convite, dizendo que estaria ao meu lado em todas as situações. O importante nós temos, além do amor, é o respeito, e convivemos com essas diferenças tirando proveito das melhores coisas. Nós selecionamos melhor os lugares a que vamos, para que ambos possam se sentir bem. Resolvemos equilibrar o que temos de diferente e fazer o melhor.  Por mais diferente que possamos ser, é assim que vai continuar, temos muito a crescer e a entender um sobre o outro, e é possível sim se relacionar com alguém que é diferente de você, que não gosta do mesmo que você. Respeito é a fronteira mais estreita e mais resistente que você pode criar com quem você realmente ama!

A escolha não é facil.

A escolha não é facil.

Quando escolhi o veganismo, já imaginava que teria alguém tipo de conseqüência, e alguns meses descobri qual é: a deficiência dos supermercados em ter nas suas prateleiras alimentos veganos.

Aqui em Piracicaba o único supermercado que tem hambúrguer de soja, danone sem lactose, e que tem algumas marcas como Yoki, é o Pão de Açúcar. A pouco tempo descobri uma outra marca chamada SuperBom, mas não é vendida aqui, a cidade mais próxima que posso encontra – lá esta a 32Km de distancia. Com essas dificuldades na alimentação as pessoas que também se interessam por uma alimentação saudável, acabam abrindo mão disso. Até agora falei dos alimentos, quanto a vestuário, calçados e acessórios, só encontro na internet, não existem lojas que vendam roupas ou sapatos veganos.

Assim como os deficientes físicos, também encontrei limitações, obstáculos e pago um preço maior pela escolha. Buscar as alternativas é saber lidar com o problema, é ampliar o espaço que você tem e permanecer firme na sua escolha, em momento nenhum pensei em voltar atrás, mas confesso que o veganismo tem mexido muito comigo ultimamente, tem me colocado frente a frente com meus limites,  freqüentemente estou pensando no que me fez chegar até aqui. Para muitos ser vegano é estar no role, e curtir pessoas que fazem um som pesado e são veganos, para mim ser vegano é respeitar o direito dos outros, é ter consciência e principalmente, é ser alguém que vive livre da crueldade com os animais, não sou de role nenhum, meu namorado nem vegan é, mas ele respeita a minha escolha, entende meus limites. Essa escolha é muito pessoal e não cabe a minha pessoa “evangelizar” o veganismo, mas cabe, passar meu conhecimento a quem tiver interesse, a quem quiser fazer algo melhor pelo próximo, os animais. Eu sei o que escolhi pra mim, eu dou o meu melhor para que cada dia eu possa continuar a manter meus compromissos e minha ética em relação ao que escolhi para viver. Nenhum preço é alto o suficiente quando se fala em vidas!

Touradas, a brincadeira de mau gosto.

Hoje logo de manha, tava lendo uma matéria no site globo.com , falando corrida de touros que tradicionalmente acontece na Espanha, em uma cidade localizada ao norte do país, chamada Pamplona.  Infelizmente só se feriram 37 pessoas.

Qual é a graça de soltar o touro em vias publicas e fugir dele? Ou então colocar em uma arena, e machucá-lo até a morte? Essa baderna, chamada de tradição não acontece só na Espanha não, até no Brasil tem isso. A graça está em ver o sofrimento, o ser humano gosta de ver alguém agonizando, gosta de ver sangue, a morte é um passo ao êxtase.

Sou contra o uso de qualquer animal para finalidade de violência, maus tratos e morte. Isso viola as condições e o direito desses seres. E se fosse ao contrario? Como se chamaria? Como seria?

Precisamos urgente humanizar os cidadãos do mundo, torná-los mais cientes de seus atos. Não é simplesmente a vida de um animal, é a conseqüência do conjunto desses atos, o comportamento de quem o pratica.

Tudo começa como uma brincadeira, depois é agregado a tradições e termina em brutalidades.

Acho muito bom quando um touro consegue machucar alguém, ele também tem direito de defesa.

Não apóie essa idéia, não assista corrida de touros, touradas e evite consumir marcas que patrocinam esses eventos, pois ao comprar seus produtos você automaticamente financia essa pratica. Conheço duas marcas: Sagres (marca de cerveja vegana, mas que patrocina touradas), Pepsi.

Sobre tourada:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tourada

G1

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/07/ultimo-dia-de-corrida-de-touros-de-sao-firmino-fere-11-na-espanha.html

OTHER OPINION: Antibiotics, meat don’t mix

Antibióticos e Carne não se misturam!

Os antibióticos na carne, representam uma grave ameaça para saúde publica, finalmente o Food and Drug Administration E.U.  admitiu, o que os cientistas vem dizendo há muito tempo.  A prova é que durante anos o uso extensivo desses antibióticos nos animais, para promover o crescimento ou prevenir a propagação de doenças em celas lotadas, resultou no desenvolvimento de bactérias resistentes aos medicamentos.

A questão em si não é que a carne esta se infectando, ou que os consumidores estão ingerindo antibióticos junto com suas proteínas, mas é que esse uso descontrolado desses remédios está diminuindo a eficácia de medicamentos necessários e essenciais para o uso humano, ou seja, o organismo esta criando resistência aos remédios. Estima-se que 70mil americanos morrem todos os anos de infecções que poderiam ser tratadas com medicamentos comuns.

A União Européia baniu o uso de antibióticos, exceto para o tratamento de doenças, nos Estados Unidos houve uma tentativa semelhante de restringir esses medicamentos, porem não saiu do congresso.

Na semana passada o FDA, emitiu uma orientação, pedindo aos produtores de carne que voluntariamente, fizessem o uso desses antibióticos em casos específicos, limitando a “necessidades medicas”  ou administrá-los com a supervisão de um veterinário.  Isso já é um passo a frente.

A má noticia é que esse projeto proposto pelo FDA, não propõe qualquer regulamentação que possa o torna lei.

É hora de tomar uma posição mais firme e proibir o uso de antibióticos, exceto quando os animais já estão doentes.

Esse texto traz um alerta muito importante aos consumidores de carne, muitas pessoas desconhecem esse fato do uso de antibióticos. É hora de rever também alguns conceitos, como o de continuar consumindo esses alimentos.

Texto na integra e em inglês:

http://www.nhregister.com/articles/2010/07/08/opinion/doc4c3541b29d3ac290401701.txt

Embrapa

http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc106/05antibioticos.html

FDA:

http://www.fda.gov/

Vegans e Vegetarianos Famosos

Bom final de domingo para todos!